Arquivo | março, 2011

Curitiba 318!

31 mar
Anúncios

Último dia na Espetácuritiba

30 mar

Nosso amigo Fiani, citando o nosso grande amigo Zuccolloto, disse em voz alta:

“Peço que Deus nos dê saúde e paz pra gente continuar nessa batalha! E como dizia nosso saudoso amigo Matheus Zuccolloto: ‘Teatro é bacana, teatro é legal'”!

Dia 23/03 – Aniversário de Florianópolis.

Dia 27/03 – Dia Internacional.

Dia 29/03 – Aniversário de Curitiba.

Intenso.

Tenso.

Um prazer nervoso.

ERRO Burla

29 mar

Terceiro ERRO Burla

Feliz Dia Internacional!

Malandro é malandro, mané é mané!

29 mar

Quem Acontece

28 mar

Otaviano Costa se vestirá de mulher para interpretar um machão em “Morde & Assopra”, próxima novela das 19h da Globo.

Nas imagens divulgadas pela emissora, o ator aparece caracterizado como Elaine. Como deve pensão a três ex-mulheres, Élcio, o personagem de Otaviano, precisará se vestir de mulher para fugir da polícia.

Para conseguir o resultado da foto acima, Otaviano chega aos estúdios cerca de uma hora antes do habitual. “Cílios [postiços] são grandes inimigos. A cola deixa remela no olho”, brincou o ator em entrevista publicada pelo jornal “Folha de S. Paulo” neste domingo (13).

Manifesto Pela Troca de Carícias

28 mar

Parte 01. Da libertação do espetáculo.

Queremos enaltecer a espetacularidade como estratégia de burla à ditadura da funcionalidade, do clientelismo e do controle. O espetáculo como uma fresta na malha cinza de dióxido de carbono, dos shoppings centers, dos binários e postos de informação turística. A cidade voltada para o norte, organizada segundo a ordem e o progresso, segundo a economia, que é a desculpa reguladora de todas as ações depredatórias – do ambiente e das relações.

No início do século XXI já superamos o controle exercido sobre a espetacularidade,  através de sua manipulação artística. Se antes o espetáculo pairava na mão de capitalistas interesseiros, hoje nós que já estamos bem alfabetizados dentro dessa cartilha, podemos escrever com as mesmas letras outras narrativas e sensibilidades.

A crítica de Debord não se aplica ao espetáculo que nós carinhosamente defendemos. A espetacularidade burlada, burlesca, suscita a participação total através da liberação do movimento irrefreável do desejo. Somente a força brutal e arrebatadora do desejo é capaz de criar novas paisagens existenciais, novos mundos a serem habitados, e novos sentidos ao nosso velho mundo obsoleto e hostilizado.

A hi low tech apropriada, a presença mediada, as conexões virtuais, só servem ao espetáculo do desejo se suprirem a demanda do contato e da troca de carícias. Se puderem e quando puderem ampliar o sentido do encontro.

A manipulação da auto-imagem também não precisa mais ser vista como produtora de mero simulacro. Quando modifico minha imagem estou também modificando o contexto na qual ela está inserida, ampliando sensibilidades. A auto-manipulação aproxima vida e arte, quebra a lógica da cena controlada, e propõe o encontro através da dúvida, do deslocamento, do rompimento das identidades fixadas.

Cremos ser essas algumas vias para que todos sejamos produtores-consumidores de arte. Apropriando-nos dos meios antes restritos, promovendo o sentido do encontro, manipulando imagens, ampliando a presença.

O empoderamento pelo espetáculo: um espetáculo no qual todos somos co-autores, e que podemos usar para escapar ao controle cotidiano, normativo, cinza e binário.

Curitiba, 27 de março de 2011.

(leitura realizada no vão do MON, pois estava chovendo e não foi possível ficar no gramado).

Se essa rua fosse minha – Caderno G – Gazeta do Povo

28 mar

Se essa rua fosse minha – Caderno G – Gazeta do Povo.

 

 

%d blogueiros gostam disto: